“Tá cansada? Quer dar uma descansada no quarto?” – eu tirei a cabeça do ombro dele e olhei para ele.
“Não, estou bem, eu é que nunca fico quieta a ver um filme ou algo assim, tens sorte em não ter ficado numa posição mais estranha ou de estar a ver o resto do filme no chão.”
“Você é mesmo boba.”
“Tu não ficas atrás.” – e deitei-lhe a língua de fora.
“E eu?”
“Tu és um melga. Vai ser esse o teu nome agora, melga. Não é Ruben, é melga.”
“És tão má para mim porquê, eu sou boa pessoa para ti e gosto de ti.”